quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Acting and Singing - males

Depois das Senhoras, os cavalheiros...
Também aqui haveria diversas opções, mas acabei por referir-me apenas aos mais óbvios, com uma excepção, de um jovem que faleceu muito prematuramente, e de quem haveria muito a esperar, Ricky Nelson
que apareceu num bom papel no memorável western "Rio Bravo".
Do resto, Frank Sinatra
foi o maior, sem dúvida, quer pelas suas muitas e conhecidas canções, quer pelos seus muito êxitos cinematográficos.
Bing Crosby
tinha uma voz magnífica e marcou de uma forma muito forte o tipo de actor cantor na primeira metade do século XX.
Dean Martin
 nunca foi um grande actor, mas foi muito popular, principalmente nos muitos filmes que protagonizou junto com Jerry Lewis; foi um cantor com uma voz diferente, muito apreciada e no vídeo que aqui deixo dele, uma homenagem a minha Mãe, já que esta é a sua canção preferida em toda a sua vida.
Sammy Davis Jr
 foi um bom comediante e um excelente "enterteiner"; junto com Sinatra, Martin e outros faziam parte de um grupo de amigos, que se diz estaria ligado à Mafia...
Como disse, outros haveria e há um nome que devo referir: Bob Hope.
 Foi um actor popularíssimo, apresentador de inúmeras galas dos Óscares e um cantor de sucesso. No entanto, não encontrei nenhum vídeo dele a cantar, sozinho, que me satisfizesse.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Dos "Artistas Unidos", "Punk Rock"


Fui ver na quarta feira passada ao Teatro da Politécnica a peça de Simon Stephens "Punk Rock",
e a primeira surpresa (pouco agradável) que tive, é que já não havia bilhetes, uma hora antes.
Como era o antepenúltimo dia de representações, e não poderia ir sexta ou sábado, corri o risco de não ver a peça.
Mas esperei pacientemente pela entrada dos espectadores e depois lá me deram entrada e sem pagamento de bilhete…

Antes de falar da peça, gostaria de fazer uma pequena introdução sobre a companhia “Artistas Unidos” que agora ocupa e muito bem estas instalações onde funcionou em tempos a cantina da antiga Faculdade de Ciências e onde tanta vez eu comi, pois morava ali mesmo na Rua de S.Marçal.
 Esta companhia foi fundada em 1995 por Jorge Silva Melo
que já havia sido cofundador (com Luís Miguel Cintra), do Teatro da Cornucópia (1973/1979), e estreou-se com a peça do próprio JSM “António, um rapaz de Lisboa” e que o autor posteriormente transpôs como realizador para o cinema.
Foi no velho e incrível espaço de “A Capital”, no Bairro Alto que vi as primeiras peças desta companhia que sempre me despertou a atenção e o interesse, ali permanecendo até 2002, e entretanto o espaço recebeu o nome de Teatro Paulo Claro, em merecida homenagem ao jovem actor tão precocemente desaparecido. Depois foi andar pelo Teatro Taborda, pelo antigo Convento das Mónicas, eu sei lá, itinerando aqui e acolá até assentar onde hoje está e espero que por muitos anos.
Recentemente esta peça que agora vi foi a quarta de várias das quais gostei muito, sem excepção: “O rapaz da última fila”, “SalaVIP”, “A 20 de Novembro”.
Notável o trabalho que Jorge Silva Melo tem tido no teatro português, quer na programação, quer no lançamento de tantos jovens talentos, quer na produção e divulgação literária do teatro.

Quanto à peça, ela passa-se numa sala de estudo de uma escola secundária de Manchester, nas vésperas dos exames finais e mostra um conjunto de sete alunos, com a exteriorização dos seus caracteres pessoais ainda em formação, mas já muito bem definidos, os seus problemas de vária ordem, nomeadamente sexual, e de uma maneira geral dos assuntos do mundo actual, desde o bulling, à violência juvenil, ao estado actual económico e social (notável uma vasta “fala” sobre este aspecto a cargo de Isac Graça).
As tensões vão subindo de tom e adivinha-se um final sombrio, muito ao estilo das tragédias reais das escolas americanas (Columbine p.ex.). A encenação de Pedro Carraca é notável (vi no You Tube extractos de uma representação inglesa e preferi esta) e o trabalho dos jovens actores é excepcional – de todos; mas permito-me realçar a confirmação de João Pedro Mamede
e a descoberta de Isac Graça
e principalmente de Rita Cabaço, como Lilly).

Enfim, e como sempre ou quase, vejo a peça no final das suas representações e já não a posso recomendar; mas se ela for representada num qualquer local a que possam assistir, façam o favor de não a perder. Deixo um pequeno vídeo, com declarações do encenador e imagens de cena.
video

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

"Girassóis"

No domingo chuviscou e o jornal era gordo. Crónica do Caio Fernando Abreu: “…um girassol nasceu numa distração da calçada…”
Na segunda feira fui ver nos Jardins de concreto, em Sampa, o teimoso girassol quebrando a rotina daquela Alameda, fazendo sorrir o paulistano.
Livros depois, em 95, num domingo quase carnaval, olha o girassol do Caio outra vez! Agora plantado por ele que, ao se saber com Aids (Sida), mergulhou fundo em si. Voltou, também jardineiro dedicado, à casa dos pais, em Porto Alegre, Bairro Menino Deus.
Nessa crónica ele contava sua experiência com a vida curta, porém plena, dos girassóis. Saboreando entrelinhas, fui tocada ao sentir que bem ali, na corola da crónica do Caio, havia uma história pronta para acariciar a alma das crianças de todos nós.
Num impulso montei um livro doméstico, ilustrado pela irmã Tetê De Marcchi e pela bela letra do companheiro Bernardo Klopfer. E mandei pro Bairro Menino Deus. Porto Alegre.
Dias depois nosso grande Caio se foi.
No meio da tristeza, o poeta Gil França Veloso – grande amigo e depositário da obra do autor – me ligou: “…vamos publicar…”
E a Global (editora), sabiamente, cuidou destes Girassóis do Caio Fernando Abreu.

 (Cláudia Pacce)

E assim surgiu, agora com ilustrações de Paulo Portella Filho, Girassóis, que é um trecho da crónica “A morte dos girassóis”, publicada em 7/2/96 no jornal “O Estado de S.Paulo” e no livro de crónicas “Pequenas epifanias”.
E pela primeira vez publico aqui no meu blog, na integra, um livro (necessariamente muito curto), mas belíssimo.

“Tenho aprendido muito com o jardim. Os girassóis, por exemplo, que vistos assim de fora parecem flores simples, fáceis, até um pouco brutas. Pois não são.
Girassol leva tempo se preparando, cresce devagar, enfrentando mil inimigos, formigas vorazes, caracóis do mal, ventos destruidores. Depois de meses, um dia, pá! Lá está o botãozinho todo catita, parece que já vai abrir. Mas leva tempo, ele também se produzindo. Eu cuidava, cuidava, e nada. Viajei quase um mês no verão. Quando voltei, a casa tinha sido pintada, muro inclusive, e vários girassóis estavam quebrados.
Fiquei uma fera. Gritei com o pintor: - Mas o senhor não sabe que as plantas sentem dor que nem a gente? O homem ficou me olhando, pálido. Não, ele não sabe, entendi. E fui cuidar do que restava, que é sempre o que se deve fazer. Porque tem outra coisa: girassol, quando abre flor, geralmente despenca. O talo é frágil demais para a própria flor, compreende? Então, como se não suportasse a beleza que ele mesmo engendrou, cai por terra, exausto da própria criação esplêndida. Pois conheço poucas coisas mais esplêndidas, o adjectivo é esse, do que um girassol aberto.
Alguns amarrei com cordões em estacas, mashavia um tão quebrado que nem dei muita atenção, parecia não valer a pena. Só apoiei-o numa espada-de- são-jorge com jeito, e entreguei a Deus. Pois no dia seguinte, lá estava ele todo empinado de novo, tortíssimo, mas dispensando o apoio da espada. Foi crescendo assim precário, feinho, fragilíssimo. Quando parecia quase bom, crau! Veio uma chuva medonha e deitou-o por terra.
Pela manhã estava todo enlameado, mas firme. Aí me veio a idéia: cortei-o com cuidado e coloquei-o aos pés do Buda chinês de mãos quebradas que herdei de Vicente Pereira. Estava tão mal que o talo pendia cheio dos ângulos das fraturas, a flor ficava assim meio de cabeça baixa e de costas para o Buda. Não havia como endireitá-lo. Na manhã seguinte, juro, ele havia feito um giro completo sobre o próprio eixo e estava com a corola toda aberta, iluminada, voltada exatamente para o sorriso do Buda. Os dois pareciam sorrir um para o outro. Um com o talo torto, outro com as mãos quebradas.
Durou pouco, girassol dura pouco, uns três dias. Então joguei-o pétala por pétala, depois o talo e a corola entre as alamandas da sacada, para que caíssem no canteiro lá embaixo e voltassem a ser pó, húmus misturado à terra. Depois, não sei ao certo, talvez voltassem à tona fazendo parte de uma rosa, palma-de-santa-rita, lírio ou azaléia. Vai saber que tramas armam as raízes lá embaixo, no escuro, em segredo.”

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Realidade e ficção

O realizador holandês Siar Sedig elabora uma curta metragem de 11 minutos misturando desejos, anseios e auto-estima, e conjuga-os num fascinante problema de géneros.
“Last Exit Home” tem lugar no metro de Amsterdão, e o narrador fala do seu habitual trajecto para o trabalho; as pessoas que vê todos os dias. A familiaridade do ritual.
Subitamente alguém estranho entra no comboio e tudo muda.
Neste filme bastante simples e transformando os géneros de forma a servir os seus desejos, leva a história para um outro patamar.
É bonita a subtileza, as questões que se levantam, as questões para as quais realmente nunca haverá resposta…

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Acting and Singing - Female

Se já havia bastante material para uma postagem como a que fiz há pouco tempo (Acting and Dancing -F), para o tema de hoje há muito mais e se eu fosse a pôr aqui tudo o que queria ficaria um post enorme e talvez demasiado cansativo.
Assim limito-me a pôr uma referência às principais cantoras que também fizeram filmes e muitas delas neles cantaram e depois escolhi quatro vídeos que muito me dizem pessoalmente.
Assim, começo com duas belíssimas cantoras, mas que poucos filmes fizeram - Dinah Shore
e a maravilhosa Eartha Kitt
Já mais conhecidas, duas excelentes intérpretes musicais e que se distinguiram num maravilhoso filme que recomendo vivamente, "Carmen Jones"; são elas Pear Bailey
e principalmente Dorothy Dandrige
Continuando a subir na escala, a cantora que encantou muita gente há uma ou duas gerações atrás, principalmente com o seu grande êxito, "Grease", Olívia Newton-John
e que dizer de Cher, a estrela de vários bons filmes (ganhou um Óscar com o seu desempenho em "O feitiço da lua"), mas que só cantou num deles ("Burlesque")?
Refiro depois a única delas que vi num concerto ao vivo, no estádio Alvalade, há já bastante tempo e que é um "animal de palco", tendo participado em vários filmes, com destaque para os "Mad Max" e para um filme que retrata a sua conflituosa relação afectiva e musical com Ike Turner, "What's love go to do with it". Uma fabulosa Tina Turner

E deixei para o fim as quatro actrizes de que seleccionei vídeos. Doris Day
aquela jovem americana das muitas comédias musicais com Rock Hudson, mas que teve uma actuação num dos grandes filmes de Hitchcock, "O homem que sabia demais", um filme que eu vi e revi vezes sem conta, principalmente pela cena final, com ela a interpretar talvez o maior êxito da sua carreira

Uma actriz com um palmarés de grandes sucessos cinematográficos e musicais, e que teve o seu ponto mais alto em "Funny Girl, é Barbra Streisand. E escolhi uma canção, linda por sinal, pois foi para mim uma data especial e com uma pessoal especial que vi este filme

O penúltimo vídeo, e a penúltima actriz cantora é aquele que me comove mais; trata-se de Bette Midler

no filme em que ela interpreta de certa forma a vida e carreira de Janis Joplin, "The Rose"

Para acabar de uma forma mais descontraída e alegre e fazer também uma referência ao bom filme actualmente em exibição "Ao encontro de Mr.Banks", Julie Andrews

Eu adorei o seu filme "Victor Victória" e tinha pensado pôr aqui um vídeo desse filme, mas acabei por me decidir por uma música, SUPERdivertida do "Mary Poppins", pois o fime de que falei aí em cima fala das pouco amistosas relações entre a autora do argumento e Walt Disney

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Rubens - Brueghel - Lorrain no MNAA

A colecção do Prado de paisagens flamengas e holandesas do século XVII conta com 57 inquestionáveis obras-primas de alguns dos seus principais representantes, pintores que foram responsáveis pela consolidação da paisagem como género pictórico autónomo.
As colecções reais espanholas são o núcleo original de onde provém a maoria dos quadros que compõem a exposição do Museu Nacional de Arte Antiga.
Fui ver esta exposição na boa companhia da Justine, do blog "Quarteto de Alexandria" e do João Máximo, do blog "INDEX Ebooks", o que foi um prazer acrescido, e que terminou posteriormente numa agradáve conversa no pequeno restaurante do MNAA, onde almoçámos.
Aliás, todas as fotos aqui apresentadas são da autoria do João Máximo, algumas delas das telas completas, outras de magníficos promenores.
Pessoalmente, as minhas preferências foram para os quadros de Brueghel, absolutamente magníficos.
E dou a minha preferência à primeira tela que aqui apresento, sobre o velho porto de Amsterdão, o que me levou a escolher como tema musical o intemporal "Amsterdam" de Jacques Brel.



















terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Acting and Dancing (males)

Depois das senhoras (ladies first), os cavalheiros.
Numa escolha dos melhores dançarinos que foram também actores, dois nomes são incontornáveis: Fred Astaire e Gene Kelly.
Mas houve outros, muitos outros, que pontualmente num filme ou outro (nos grandes musicais) nos surpreenderam e deliciaram; entre eles recordo duas interpretações inesquecíveis - George Chakiris no "West Side Story" e Patrick Swayze em "Dirty Dancing".
Mas as restantes escolhas além de Astaire e Kelly acabaram por recair em dois grandes dançarinos: um quase desconhecido Donald O'Connor e na estreia como actor de John Travolta, ambos brilhantes.
Aqui ficam quatro vídeos para recordar estes quatro nomes.



sábado, 1 de fevereiro de 2014

A minha "outra" blogosfera

Mais uma vez vou pegar no tema da blogosfera.
Não para referir a sua crise ou as razões que lhe estão subjacentes, mas sim, na “minha” blogosfera, ou seja, por outras palavras, os blogs que eu sigo e que para o efeito constam na minha lista do “Feedly”.
E é bom que desde já adiante que não vou hoje falar dos blogs, que ainda são em número considerável, que eu comento, mais ou menos, conforme os temas que reproduzem; não, esses eu já falei muito deles e vou falando nos próprios blogs.
Quero hoje falar naqueles blogs, que eu leio (ou vejo), e que nunca comento, por diversas razões: ou porque não têm comentários (poucos), ou porque os temas são demasiado genéricos, alguns (muitos), apenas pictóricos, outros políticos e de opinião, outros porque referem interesses particulares do mundo gay e alguns ainda verdadeiramente específicos, que pretendem mais mostrar “coisas”, do que discuti-las por intermédio de comentários.
Uma coisa é certa; é muito por causa destes blogs, alguns dos quais têm uma “produção diária” bastante assinalável, que a minha lista do “Feedly” está permanentemente com quase mais tempo de espera do que os utentes que esperam nas urgências ou por uma consulta médica num hospital…
Vou entrar agora numa imensa listagem, pedindo desculpa de não deixar os respectivos links, mas suponho que quem esteja eventualmente interessado nalgum destes blogs, a simples referência do seu nome no “Google” será suficiente para aceder ao seu conteúdo.
Começo por referir alguns blogs, que essencialmente debatem temas de cariz político, social ou cultural, e sem ordenamento de qualquer espécie: -O País do Burro, Paulo Jorge Vieira, Aspirina B, Jugular, O Jumento, Pegada, Da Literatura, Do Indizível, Literatura/Literatura/Literatura, Miguel Vieira de Almeida, e com muita pena minha não vou referir o Arrastão, que “fechou portas” esta semana.
Depois alguns blogs mais específicos: O Melhor Blog do Universo, Au Suivant, Félix Pagaímo Photography, HenriCartoon, Moments Memoires, No Limite do Oceano, O Anão Gigante, O Falcão Maltez, Pequeno Inventário de Impropriedade, Sound+Vision, Topp.Net, Traços Gerais, Viajar Pelo Mundo.
Uma terceira categoria, mais vasta tem a ver com os blogs que falam de temas gays, mas não são pictóricos: Dezanove, Distratio Infinitum*, Elisa- My Reviews And Remblings, Gays in Movies, Her Name Is Linda-Not Shelly!,Homodesiribus*,Lago di Lot, Luz Natural, Así Somos!, Box of Recollections, Cidade Queimada, Cortos Gay, Filmes Tema G, Homoqueer, Just Mad About The Movies, Male Athletes, Os Meus Ficheiros Homo, Queer Blog, The Gay Men Project.
Os dois blogs assinalados com * são blogs de onde tiro muitas referências a nível de Arte, principalmente, para a minha conta pessoal do Pinterest.
E finalmente os (muitos) blogs com imagens de homens, a maioria de tipos que me agradam, e alguns com excelentes fotos, e que me fazem não apreciar de forma alguma a inclusão das tais fotos de “gajos podres de bons” em blogs genéricos e que seriam bem mais interessantes se os não tivessem, pois os seus autores têm mais do que capacidade para postarem de outros assuntos. Se eu quero ver homens interessantes (e nunca disse o contrário), vou aos blogs que aqui enuncio e não a esses de que falo em cima: Beatiful, Bittersweet Dreams, Enlightened Male 2000, Fotofan, Guys That Get Me Hard, Hoscos, Lisbulge, Paper Boy, Pole Smoker, Anto’s Gay Blog, Beard Lover, Beatiful Hairy Men, Bill in Exile, C’est la Vie, Creative Mind Flow, Cute Ears Make For Cute Gays, Des Photos de Gay Bears, Hairy Beatiful Hunx, Unnu, Male Pleasure, Mazaru’s Favorite Pics., Maxxoman, MichMiche, My Taste in Men, Ruggerly Handsome, Small Cock Rocks, The Cream Center.